A capacidade da mente para nos ajudar a atingir os nossos objectivos é enorme. Ela existe, só temos que a utilizar. Os factos que se expõem a seguir dar-lhe-ão uma ideia dessa capacidade.
Uma mulher tailandesa, de férias nas montanhas da ex-Jugoslávia, descansa no carro estacionado ao pé de um precipício enquanto os seus companheiros de viagem davam um passeio.
Sentada no banco de trás, de repente, apercebeu-se que o travão de mão não estava accionado. Ao inclinar-se para accionar, o carro começou a deslizar e, em poucos segundos, caiu pelo precipício. A mulher teve a certeza de que ia morrer afogada no mar.
Enquanto o carro embatia contra as rochas, ela dava tombos no seu interior. A vida parecia desvanecer-se diante dos seus olhos; a mulher sabia que a morte era certa. Não havia alternativa.
De repente, no meio daquela confusão, lembrou-se de uma ideia em que acreditava cegamente: a nossa mente tem a capacidade para mudar as situações.
Poderia aplicá-la nesse momento?
Concentrou todos os fragmentos da energia que lhe restava a tentar alterar a sua situação. Entretanto, o carro continuava a despenhar-se pelo precipício.
Rapidamente, assim que se concentrou em alterar a situação, uma ideia surgiu na sua mente.
Se conseguir abrir a porta e colocar o pé para manter a porta aberta, poderia escapar quando o carro caísse na água. Por fim, após várias tentativas, conseguiu.
Tinha escapado milagrosamente da morte. Depois de passar oito longos meses no hospital, a mulher conseguiu recomeçar a vida. Estava convencida de que se não se tivesse concentrado, se não tivesse decidido que tinha a capacidade para alterar a situação, teria morrido.
Pense nas últimas palavras, porque são palavras decisivas:
«Decidiu que tinha a capacidade para alterar a situação»
São raras as pessoas que se despenham por um precipício. As nossas crises, em comparação, são trivialidades, mas a capacidade para alterar a situação é a mesma.
Dedique algum tempo a pensar nas mudanças que gostaria de efectuar.
A mulher tailandesa decidiu levar a cabo uma acção diferente da anterior. Ou seja, tentar abrir a porta, apesar dos tombos e dos golpes, e segurá-la com o pé, consciente de que podia perdê-lo para salvar a vida.
Nos acontecimentos triviais das nossas vidas fazemos muitas vezes o contrário. Arriscamos a vida para salvar o pé. Sacrificamos as coisas que na realidade queremos. Arriscamos os tesouros que possuímos e a possibilidade de desenvolver o verdadeiro potencial que está dentro de nós para nos mantermos na nossa zona de conforto.
Mudar a sensação de «limitação»
O que faria se soubesse que não podia falhar em nada?
Alguns estudos mostram que a sensação de «limitação» em relação a nós próprios se desenvolve entre os seis e os doze anos de idade. Se perguntarmos ás crianças de seis anos se julgam capazes de alcançar um objectivo, cerca de 90% responde afirmativamente. Entre as crianças de doze anos apenas 10% estão seguras de o conseguir.
Eis aqui um exercício que pode transportar para a vida do seu sonhos antes que os obstáculos e as idades de limitação a tenham bloqueado.
Imagine agora que é de manhã e que acorda num ambiente novo, ideal e perfeito. Onde está?
Imagine a divisão na qual acorda. Observe a luz que entra pela janela. Repare nas cores, na dimensão dessa divisão, na decoração. Escute os sons do interior e os que lhe chegam do exterior.
Agora imagine que se senta na cama e que põe os pés no chão.
O que sente por baixo?
Alcatifa, madeira, ladrilho?
Levanta-se e dirige-se para o roupeiro, sabendo que quando o abrir encontrará toda a roupa de que necessita para a sua vida. Abra-o.
O que vê?
Imagine que é dia de trabalho e que se está a arranjar para fazer exactamente o tipo de trabalho que pretende fazer.
Escolhe as roupas adequadas e prepara-se para sair. Antes de abandonar a casa, olha à sua volta.
Onde está?
É no campo ou na cidade?
Vê árvores?
Vê ruas, rios, ribeiros?
O que vê?
Lembre-se de que pode ter tudo o que desejar.
Agora imagine que se dirige para o trabalho. Pelo caminho pensa nas pessoas ideais pela qual gostaria de trabalhar.
Como são?
O que estão a fazer?
Imagine que entra no emprego e se prepara para começar o seu dia.
Pense naquilo que faz durante o dia para obter a máxima satisfação no seu trabalho.
Chega a noite, Imagine como quer que seja.
Aonde vai?
Com quem está?
É uma noite tranquila?
Está com amigos?
Encontra-se a relaxar?
Veja a sua vida exactamente como gostaria que fosse.
No dia seguinte acorda e descobre que o primeiro dia das férias dos seus sonhos. Imagine o seu entusiasmo.
Para onde vai?
Pense na forma mais idílica de passar o tempo, sem limitações.
O seu sonho poderá tornar-se realidade
Agora regresse à realidade e pense nos pontos-chave deste exercício.
A que conclusões chegou?
É possível que possa realizar alguns aspectos do sonho na sua vida real. Este é um começo importante.
Pontos chaves
1.
2.
3.
4.
5.
Que passos poderia dar para começar já a realiza-los
1.
2.
3.
4.
5.
Por que não selecciona dois aspectos desafiantes do seu sonho para os quais possivelmente possa direccionar as suas forças durante um período de três a cinco anos? Escolha um aspecto da sua vida profissional e outra da sua vida pessoal.
Agora pense nos possíveis obstáculos que dificultam o seu caminho e no que poderia fazer para os ultrapassar. Veremos o que consegue.
Pode ser mais fácil do que imagina!
Aspirações profissionais:……………………………….
Obstáculos
1.
2.
3.
Acções
1.
2.
3.
Aspirações Pessoais:……………………………..
Obstáculos:
1.
2.
3.
Acções
1.
2.
3.
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