domingo, 29 de setembro de 2013

A CAPACIDADE DE MUDAR


  


A capacidade da mente para nos ajudar a atingir os nossos objectivos é enorme. Ela existe, só temos que a utilizar. Os factos que se expõem a seguir dar-lhe-ão uma ideia dessa capacidade.


Uma mulher tailandesa, de férias nas montanhas da ex-Jugoslávia, descansa no carro estacionado ao pé de um precipício enquanto os seus companheiros de viagem davam um passeio.


Sentada no banco de trás, de repente, apercebeu-se que o travão de mão não estava accionado. Ao inclinar-se para accionar, o carro começou a deslizar e, em poucos segundos, caiu pelo precipício. A mulher teve a certeza de que ia morrer afogada no mar.


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Enquanto o carro embatia contra as rochas, ela dava tombos no seu interior. A vida parecia desvanecer-se diante dos seus olhos; a mulher sabia que a morte era certa. Não havia alternativa.

De repente, no meio daquela confusão, lembrou-se de uma ideia em que acreditava cegamente: a nossa mente tem a capacidade para mudar as situações.


Poderia aplicá-la nesse momento?


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Concentrou todos os fragmentos da energia que lhe restava a tentar alterar a sua situação. Entretanto, o carro continuava a despenhar-se pelo precipício.


Rapidamente, assim que se concentrou em alterar a situação, uma ideia surgiu na sua mente.


Se conseguir abrir a porta e colocar o pé para manter a porta aberta, poderia escapar quando o carro caísse na água. Por fim, após várias tentativas, conseguiu.


Tinha escapado milagrosamente da morte. Depois de passar oito longos meses no hospital, a mulher conseguiu recomeçar a vida. Estava convencida de que se não se tivesse concentrado, se não tivesse decidido que tinha a capacidade para alterar a situação, teria morrido.


Pense nas últimas palavras, porque são palavras decisivas:



«Decidiu que tinha a capacidade para alterar a situação»


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São raras as pessoas que se despenham por um precipício. As nossas crises, em comparação, são trivialidades, mas a capacidade para alterar a situação é a mesma.


Dedique algum tempo a pensar nas mudanças que gostaria de efectuar.


A mulher tailandesa decidiu levar a cabo uma acção diferente da anterior. Ou seja, tentar abrir a porta, apesar dos tombos e dos golpes, e segurá-la com o pé, consciente de que podia perdê-lo para salvar a vida.


Nos acontecimentos triviais das nossas vidas fazemos muitas vezes o contrário. Arriscamos a vida para salvar o pé. Sacrificamos as coisas que na realidade queremos. Arriscamos os tesouros que possuímos e a possibilidade de desenvolver o verdadeiro potencial que está dentro de nós para nos mantermos na nossa zona de conforto.


Mudar a sensação de «limitação»


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O que faria se soubesse que não podia falhar em nada?


Alguns estudos mostram que a sensação de «limitação» em relação a nós próprios se desenvolve entre os seis e os doze anos de idade. Se perguntarmos ás crianças de seis anos se julgam capazes de alcançar um objectivo, cerca de 90% responde afirmativamente. Entre as crianças de doze anos apenas 10% estão seguras de o conseguir.


Eis aqui um exercício que pode transportar para a vida do seu sonhos antes que os obstáculos e as idades de limitação a tenham bloqueado.


Deixe a sua mente em branco por instantes. Imagine que surge a sua fada madrinha e lhe diz que pode ter tudo aquilo que desejar, tudo. Não se deve preocupar com limitações de dinheiro, de educação ou de qualquer tipo. Pode ter tudo o que desejar. «Confia em mim – diz-lhe a sua fada madrinha – eu farei com que seja possível.»


Imagine agora que é de manhã e que acorda num ambiente novo, ideal e perfeito. Onde está?


Imagine a divisão na qual acorda. Observe a luz que entra pela janela. Repare nas cores, na dimensão dessa divisão, na decoração. Escute os sons do interior e os que lhe chegam do exterior.


Agora imagine que se senta na cama e que põe os pés no chão.


O que sente por baixo?


Alcatifa, madeira, ladrilho?


Levanta-se e dirige-se para o roupeiro, sabendo que quando o abrir encontrará toda a roupa de que necessita para a sua vida. Abra-o.


O que vê?


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Imagine que é dia de trabalho e que se está a arranjar para fazer exactamente o tipo de trabalho que pretende fazer.


Escolhe as roupas adequadas e prepara-se para sair. Antes de abandonar a casa, olha à sua volta.


Onde está?


É no campo ou na cidade?


Vê árvores?


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Vê ruas, rios, ribeiros?


O que vê?


Lembre-se de que pode ter tudo o que desejar.


Agora imagine que se dirige para o trabalho. Pelo caminho pensa nas pessoas ideais pela qual gostaria de trabalhar.


Como são?


O que estão a fazer?


Imagine que entra no emprego e se prepara para começar o seu dia.


Pense naquilo que faz durante o dia para obter a máxima satisfação no seu trabalho.


Chega a noite, Imagine como quer que seja.


Aonde vai?


Com quem está?


É uma noite tranquila?


Está com amigos?


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Encontra-se a relaxar?


Veja a sua vida exactamente como gostaria que fosse.


No dia seguinte acorda e descobre que o primeiro dia das férias dos seus sonhos. Imagine o seu entusiasmo.


Para onde vai?


Pense na forma mais idílica de passar o tempo, sem limitações.


O seu sonho poderá tornar-se realidade


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Agora regresse à realidade e pense nos pontos-chave deste exercício.


A que conclusões chegou?


É possível que possa realizar alguns aspectos do sonho na sua vida real. Este é um começo importante.


Pontos chaves


1.


2.


3.


4.


5.


Que passos poderia dar para começar já a realiza-los


1.


2.


3.


4.


5.


Por que não selecciona dois aspectos desafiantes do seu sonho para os quais possivelmente possa direccionar as suas forças durante um período de três a cinco anos? Escolha um aspecto da sua vida profissional e outra da sua vida pessoal.


Agora pense nos possíveis obstáculos que dificultam o seu caminho e no que poderia fazer para os ultrapassar. Veremos o que consegue.


Pode ser mais fácil do que imagina!


Aspirações profissionais:……………………………….


Obstáculos


1.


2.


3.


Acções


1.


2.


3.


Aspirações Pessoais:……………………………..


Obstáculos:


1.


2.


3.


Acções


1.


2.


3.



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