Uma coisa é CERTA: quando a tua vida chega a um ponto em que nada poderia ser pior, quando bates no fundo do poço, encontras debaixo da lama e cravada no leito de rocha firme a ESPERANÇA. Seria por isso de supor que uma emoção tão positiva, tão geradora de proatividade, fosse avidamente procurada como se de um tesouro inestimável se tratasse. Mas nem sempre acontece.
A Certeza promete Paz de Espírito e entre a esperança e a certeza, quase todos escolhem o que parece mais certo e é por isso que se fazem despedimentos por mútuo acordo e reformas antecipadas, é por isso que há quem prefira “arriscar” ficar no emprego até à morte, nem que para isso tenha de aturar as bestas dos patrões e é por isso que pouca gente levanta a mão contra a tirania desde que lhes seja atirada uma côdea de pão. As companhias de seguros vivem dessa necessidade humana e vendem algumas variedades de certeza, umas mais caras, outras mais em conta. Há certezas para todos as bolsas e vende-se quase sempre melhor uma pequena certeza do que por vezes uma grande esperança.
Por outro lado…
A morte é certa e ninguém gosta de morrer. Não se encontra maior Paz do que numa sepultura e é tão pacífica a vida de morte que há quem corra a matar-se para resolver de uma vez todos os seus problemas. Felizmente a maior parte de nós prefere VIVER e é por isso que viemos de fábrica programados com outra necessidade prioritária: a INCERTEZA.
A ESPERANÇA nasce da certeza absoluta de que podes Mudar o teu Mundo. Não é simplesmente uma questão de Fé, é que sem Esperança não há Vida.
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