sexta-feira, 11 de outubro de 2013

MODELO IMAGINÁVEL

                

 

 

AQUILO EM QUE ACREDITA SEM CONSEGUIR PROVAR?


 

Os modelos explicam como tudo está interligado, como devemos agir e o que devemos e não devemos fazer (modelo imaginável). Mas será que evitam que vejamos as coisas como são na realidade?


 

No inicio do século XVIII, Adam Smith alertou-nos quanto a deixarmos-nos levar pelo amor aos sistemas abstratos e, dois séculos depois, Albert Einstein recebeu um Prémio Nobel por reconhecer que os modelos e os sistemas <<lógicos>> são, em última análise, uma questão de fé (modelo imaginável). O historiador da ciência normalmente apenas trabalha para corroborar os seus modelos e que reage com ignorância quando – o que acontece com frequência – estes não correspondem à realidade. Esta precessão pode não lhe ter trazido o Prémio Nobel, mas ele conseguiu o cargo de professor numa universidade de elite.


 

O estatuto de realidade – Modelo Imaginável


 

Muitas vezes acreditamos tanto nos modelos, que este assumem o estatuto de realidade. Um bom exemplo é a prova ontológica  da existência de Deus, explorada por Kant na sua filosofia. Ele declarou que somos capazes de imaginar um ser tão perfeito como Deus, então ele tem de existir. Podemos também encontrar, no dia a dia, vários modos de aceitar cegamente os modelos como sendo <>: por exemplo, quando nos dizem que a humanidade é muita ambiciosa e egoísta, este modelo de comportamento pode ser internalizado e (inconscientemente) imitado.


 
Detesto a realidade, mas esta ainda é o melhor sítio para se comer um bom bife.

Woody Alle

 

Modelo Imaginável um outro olhar!


 

EM QUE ACREDITA APESAR DE NÃO COMPREENDER AS PROVAS?


 

E EM QUE ACREDITA APESAR DE NÃO EXISTIR NADA QUE O COMPROVE?


 

Desafio-te a descobrir na imagem que se segue………


 

modelo imaginável


 

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(como preencher – AQUI)


 

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